{"componentChunkName":"component---src-templates-article-index-tsx","path":"/carteiras-recomendadas/investimentos/carteira-de-acoes-bdrs-e-etfs-novembro","result":{"pageContext":{"category":{"id":"a9ba1b8c-6e02-4342-901c-dba09850492a","name":"Carteiras Recomendadas","slug":"carteiras-recomendadas","subtitle":"Estratégia de Investimentos","template":"A","icon":"product-many","colors":{"primary":"#ffca96","primary300":"#ffca96","primary200":"#ffca96","primary100":"#ffca96"}},"subcategoria":{"id":"f3823311-86b6-4d9c-a8d6-fe98bf0ab0b3","name":"Investimentos","slug":"investimentos"},"fileContents":{"id":"709b80a0-8389-4d65-81c7-9dd0f7b3c49e","slug":"carteira-de-acoes-bdrs-e-etfs-novembro","title":"Carteira de Ações, BDRs e ETFs - Novembro","categoryId":"a9ba1b8c-6e02-4342-901c-dba09850492a","shares":0,"spotlight":true,"isBestContent":false,"isVideo":true,"summary":"Seleção mensal equilibrada entre ativos defensivos e exposição internacional","authorId":"982c12c6-f9f4-4c88-8185-6fa7e796a33e","introduction":"TOP Oportunidades para o mês","readingTime":"","tags":["strategy"],"homeImage":{"url":"https://d9hzq3shxgvwu.cloudfront.net/news/home-images/af0e6ca06633430786a7864f00058a2f_acoes-1-1.webp","alt":"Carteira Recomendada Mensal do Capita"},"gridImage":{"url":"https://d9hzq3shxgvwu.cloudfront.net/news/home-images/af0e6ca06633430786a7864f00058a2f_acoes-1-1.webp","alt":"Carteira Recomendada Mensal do Capita"},"contentBlocks":[{"key":"news-editor-2","type":"file","content":{"description":"ACESSAR CARTEIRA RECOMENDADA","file":{"name":"Carteira Mensal Capita_ Novembro_2026.pdf","url":"https://d9hzq3shxgvwu.cloudfront.net/news/files/8942a44b18c944b6acb4b54b9aa4d23c_carteira-mensal-capita_-novembro_2026.pdf","description":""}}},{"key":"news-editor-1","type":"text","content":{"title":"TOP Oportunidades para o mês","text":"<p>O mês de outubro de 2026 foi marcado por um dos períodos de maior volatilidade e precificação de ativos da história recente do mercado financeiro brasileiro.&nbsp;</p>\n<p></p>\n<p>A combinação de incertezas políticas, mudanças nas expectativas fiscais, perspectivas de manutenção de juros elevados e tensões geopolíticas internacionais provocou movimentos expressivos nos mercados de renda variável, câmbio e juros futuros. No Brasil, o calendário eleitoral assumiu protagonismo e estabeleceu duas fases distintas para o comportamento dos investidores: inicialmente, um movimento de valorização dos ativos domésticos, sustentado pela expectativa de alternância de poder e possível reorientação da política fiscal; posteriormente, uma reversão acentuada desse otimismo, após a confirmação do resultado do segundo turno das eleições presidenciais.</p>\n<p>O primeiro turno, realizado em 4 de outubro, trouxe um resultado que surpreendeu parte relevante dos participantes do mercado. O candidato Flávio Bolsonaro encerrou a votação à frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, com 47,03% dos votos válidos, contra 45,16%, respectivamente. A reação dos investidores foi imediata. Na sessão de 5 de outubro, o Ibovespa apresentou forte valorização e ultrapassou a região dos 209 mil pontos, renovando máximas históricas. O desempenho refletiu a antecipação de um possível cenário de maior disciplina fiscal, controle das despesas públicas e melhora das condições de financiamento da economia brasileira.&nbsp;</p>\n<p></p>\n<p>A perspectiva de uma eventual reorientação da política econômica favoreceu a redução dos prêmios de risco e estimulou a procura por companhias mais sensíveis às taxas de juros, especialmente dos segmentos financeiro, imobiliário, de consumo e de infraestrutura.</p>\n<p></p>\n<p>Entretanto, o cenário sofreu uma mudança significativa após o segundo turno, realizado em 25 de outubro, quando Luiz Inácio Lula da Silva foi reeleito presidente da República, assegurando seu quarto mandato presidencial. O resultado contrariou o cenário de alternância política que vinha sendo incorporado aos preços dos ativos e desencadeou uma expressiva revisão das expectativas econômicas. A reação do mercado não deve ser interpretada exclusivamente sob uma perspectiva político-partidária, mas principalmente como reflexo das incertezas relacionadas à trajetória das contas públicas, à sustentabilidade da dívida, à condução da política fiscal e à composição da equipe econômica para o próximo mandato. Na ausência de sinalizações concretas sobre mecanismos de controle das despesas, cumprimento das metas fiscais e estabilização da dívida pública, os investidores passaram a exigir prêmios de risco mais elevados para manter exposição aos ativos brasileiros.</p>\n<p></p>\n<p>A sessão de 26 de outubro evidenciou a magnitude dessa mudança de expectativas. O Ibovespa registrou queda de 13,88%, acompanhada do acionamento do mecanismo de circuit breaker, enquanto o dólar comercial apresentou valorização de 8,21%, encerrando o pregão próximo de R$ 5,40. Paralelamente, a abertura expressiva da curva de juros futuros sinalizou a percepção de um ambiente mais desafiador para a inflação, para o custo de financiamento do governo e para a atividade econômica. O movimento atingiu principalmente as companhias dependentes do consumo doméstico, do crédito e de taxas de desconto menores, uma vez que juros estruturalmente mais elevados pressionam o custo de capital, dificultam a expansão dos investimentos e reduzem o valor presente dos fluxos de caixa projetados. Nesse contexto, o equilíbrio das contas públicas voltou a ocupar posição central na avaliação dos investidores, não apenas pelos seus efeitos sobre a dívida soberana, mas também por suas implicações para o câmbio, a política monetária e a capacidade de crescimento das empresas brasileiras.</p>\n<p></p>\n<p>Ao final do mês, o Ibovespa acumulou desvalorização de 9,88%, encerrando outubro aos 167.921,80 pontos, no pior desempenho mensal desde junho de 2022. O dólar, em contrapartida, registrou valorização próxima de 5,2% no período, encerrando as negociações ao redor de R$ 5,44. Esses movimentos demonstram a intensidade da reprecificação do risco Brasil e a importância da diversificação cambial e setorial em períodos de elevada instabilidade.</p>\n<p></p>\n<p>No cenário internacional, a política monetária norte-americana permaneceu como um dos principais direcionadores do fluxo de capitais. O relatório de emprego dos Estados Unidos (payroll), divulgado em 2 de outubro, apontou a criação de apenas 29 mil postos de trabalho em setembro, enquanto a taxa de desemprego alcançou 4,2%. Os números evidenciaram uma moderação no ritmo de contratação, embora ainda inserida em uma economia com atividade relativamente resiliente. Em 28 de outubro, o Federal Reserve optou pela manutenção da taxa básica de juros no intervalo de 3,75% a 4,00% ao ano, destacando a persistência das pressões inflacionárias e a necessidade de acompanhar os próximos indicadores antes de promover novos ajustes monetários. Essa combinação de inflação ainda elevada, mercado de trabalho em desaceleração e juros restritivos ampliou as incertezas sobre a trajetória da economia norte-americana e sobre o direcionamento dos fluxos internacionais para mercados emergentes.</p>\n<p>Adicionalmente, as tensões geopolíticas envolvendo os Estados Unidos e o Oriente Médio, particularmente os desdobramentos do conflito com o Irã e os riscos associados à oferta internacional de energia, mantiveram o mercado de petróleo sob elevada volatilidade.&nbsp;</p>\n<p></p>\n<p>As oscilações da commodity refletiram preocupações quanto à segurança das rotas de abastecimento, à continuidade da produção e aos possíveis impactos de uma escalada do conflito sobre os preços globais de energia. Esse ambiente acrescentou uma camada de complexidade às perspectivas inflacionárias internacionais, especialmente para economias importadoras de petróleo, e reforçou a cautela dos bancos centrais em relação ao processo de flexibilização monetária. Para o Brasil, os movimentos do petróleo também trouxeram implicações distintas entre os setores: enquanto companhias produtoras podem se beneficiar de preços mais elevados, empresas intensivas em energia e atividades dependentes de transporte enfrentam potenciais pressões adicionais de custos.</p>\n<p></p>\n<p>Em síntese, outubro reforçou a relevância de uma leitura integrada entre política, fundamentos macroeconômicos e comportamento dos mercados. A rápida alternância entre expectativas favoráveis e um movimento expressivo de aversão ao risco demonstrou que a valorização dos ativos deve estar amparada por fundamentos econômicos consistentes, sobretudo em um ambiente no qual a política fiscal exerce influência determinante sobre os juros, o câmbio e as decisões de investimento.</p>\n<p></p>\n<p>O desempenho da Carteira Mensal Capita em outubro foi impactado diretamente pela deterioração do ambiente doméstico e pela forte correção dos ativos de renda variável após o segundo turno das eleições. A carteira encerrou o período com desvalorização de 13,22%, frente à queda de 9,88% do Ibovespa, representando um desempenho inferior ao índice de referência em 3,34 pontos percentuais.</p>\n<p></p>\n<p>Entretanto, o cenário sofreu uma mudança significativa após o segundo turno, realizado em 25 de outubro, quando Luiz Inácio Lula da Silva foi reeleito presidente da República, assegurando seu quarto mandato presidencial. O resultado contrariou o cenário de alternância política que vinha sendo incorporado aos preços dos ativos e desencadeou uma expressiva revisão das expectativas econômicas. A reação do mercado não deve ser interpretada exclusivamente sob uma perspectiva político-partidária, mas principalmente como reflexo das incertezas relacionadas à trajetória das contas públicas, à sustentabilidade da dívida, à condução da política fiscal e à composição da equipe econômica para o próximo mandato. Na ausência de sinalizações concretas sobre mecanismos de controle das despesas, cumprimento das metas fiscais e estabilização da dívida pública, os investidores passaram a exigir prêmios de risco mais elevados para manter exposição aos ativos brasileiros. A diferença de desempenho reflete a maior sensibilidade da composição da carteira ao processo de precificação dos ativos brasileiros, em especial diante da abertura da curva de juros e da redução da exposição dos investidores aos segmentos dependentes da economia doméstica.&nbsp;</p>\n<p></p>\n<p>O resultado evidencia a necessidade de reavaliar a distribuição dos recursos entre setores, buscando maior equilíbrio entre potencial de valorização, resiliência operacional e proteção diante de cenários adversos. Embora a magnitude da correção tenha sido expressiva, é importante reconhecer que movimentos dessa natureza podem produzir distorções relevantes nos preços dos ativos, exigindo uma análise criteriosa dos fundamentos das companhias, sem que decisões de alocação sejam determinadas exclusivamente pelas oscilações de curto prazo. Dessa forma, o resultado de outubro serve como referência para o reposicionamento estratégico da Carteira Mensal Capita em novembro, com maior atenção à preservação patrimonial, à diversificação de riscos e à seletividade na escolha das empresas que integrarão o portfólio.</p>\n<p></p>\n<p>Para novembro de 2026, adotaremos uma postura mais defensiva na composição da Carteira Mensal Capita, priorizando companhias com fundamentos sólidos, maior previsibilidade de receitas, geração consistente de caixa e menor vulnerabilidade às oscilações da atividade econômica doméstica. A decisão está fundamentada na deterioração das expectativas fiscais, no aumento dos prêmios de risco e na possibilidade de manutenção das taxas de juros em patamares elevados por um período mais prolongado. Nesse ambiente, consideramos prudente reduzir a sensibilidade do portfólio aos segmentos mais dependentes da expansão do crédito e da recuperação do consumo, direcionando parte relevante da alocação para empresas com maior capacidade de preservação de resultados diante de condições macroeconômicas adversas.</p>\n<p></p>\n<p>Um dos principais acontecimentos do início de novembro será a reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), nos dias 3 e 4, responsável pela definição da nova taxa básica de juros brasileira. Atualmente em 13,75% ao ano, a Selic encontra-se no centro das discussões sobre os próximos passos da política monetária. Após a precificação dos riscos domésticos, a expectativa predominante passou a ser de manutenção dos juros, embora parte dos participantes ainda considere possível uma redução de 0,25 ponto percentual. Independentemente da decisão, a comunicação do Banco Central será determinante para avaliar os riscos inflacionários, o comportamento das expectativas e as condições necessárias para a continuidade de um eventual processo de flexibilização monetária.</p>\n<p></p>\n<p>Nossa estratégia estará concentrada em quatro frentes principais. Inicialmente, ampliaremos a participação de companhias do segmento de utilities, especialmente aquelas ligadas aos setores de energia elétrica e saneamento, cujas características de demanda relativamente estável, receitas recorrentes e, em determinados casos, mecanismos regulatórios de reajuste oferecem maior previsibilidade operacional. Paralelamente, buscaremos oportunidades em empresas exportadoras e companhias com exposição relevante a receitas internacionais, capazes de proporcionar diversificação cambial e eventual benefício diante de um real depreciado, respeitando os riscos específicos de cada negócio.&nbsp;</p>\n<p></p>\n<p>No setor financeiro, priorizaremos instituições com balanços robustos, adequada capitalização, qualidade na carteira de crédito e capacidade de geração de resultados mesmo diante de condições monetárias restritivas. Por fim, ampliaremos a participação internacional por meio de BDRs, buscando reduzir a concentração dos investimentos na economia brasileira e proporcionar exposição a companhias globais com fundamentos consistentes, diversificação geográfica e receitas denominadas em moedas estrangeiras A estratégia também considera a permanência de riscos externos relevantes. Nos Estados Unidos, seguiremos acompanhando os indicadores de emprego, inflação e atividade econômica, especialmente diante da postura cautelosa do Federal Reserve.&nbsp;</p>\n<p></p>\n<p>No campo geopolítico, o comportamento do petróleo continuará exigindo atenção. A commodity encerrou outubro com valorização expressiva, sendo que o Brent avançou aproximadamente 13,6% no mês, em meio às tensões envolvendo o Irã e aos riscos de interrupção do abastecimento internacional. A manutenção dessas pressões pode dificultar a convergência da inflação para as metas dos bancos centrais e contribuir para um ambiente global de juros elevados por mais tempo. No Brasil, o principal fator de acompanhamento continuará sendo a sinalização da política econômica para o próximo mandato presidencial. A definição da equipe econômica, a apresentação de medidas relacionadas ao equilíbrio fiscal e a capacidade de construção de expectativas mais favoráveis para a dívida pública serão determinantes para uma eventual recuperação da confiança dos investidores. Entendemos que a melhora sustentável dos ativos brasileiros dependerá menos de movimentos pontuais de mercado e mais da construção de condições que permitam reduzir os prêmios de risco, estabilizar as expectativas inflacionárias e criar espaço para juros estruturalmente menores.&nbsp;</p>\n<p></p>\n<p>Diante desse conjunto de fatores, a Carteira Mensal Capita de novembro será estruturada com maior seletividade e diversificação, privilegiando a qualidade dos ativos e a consistência dos fundamentos corporativos. Nosso objetivo é construir um portfólio mais resiliente, equilibrando oportunidades de valorização com uma exposição mais criteriosa aos riscos domésticos e internacionais. A postura defensiva não representa ausência de oportunidades, mas uma adequação estratégica à dinâmica atual dos mercados, mantendo a flexibilidade necessária para revisar posições conforme a evolução dos indicadores econômicos e das condições de negociação.</p>\n<p></p>\n<p>Dito isso, confira a carteira recomendada!</p>\n"}},{"key":"news-editor-3","type":"file","content":{"description":"ACESSAR CARTEIRA RECOMENDADA","file":{"name":"Carteira Mensal Capita_ Novembro_2026.pdf","url":"https://d9hzq3shxgvwu.cloudfront.net/news/files/397e6597639143958c109c6dd2c0dab0_carteira-mensal-capita_-novembro_2026.pdf","description":""}}},{"key":"news-editor-4","type":"video","content":{"url":"https://www.youtube.com/embed/YEhgcfisXy4","caption":" Ações em Destaque para Novembro: as melhores oportunidades em Renda Variável","maxWidth":""}}],"relatedNews":[],"publishedAt":"2026-11-03T16:28:16.397Z","isPremium":false,"subcategoryId":"f3823311-86b6-4d9c-a8d6-fe98bf0ab0b3","prevNews":{"id":"bcdf4ad7-71be-4403-bef3-ca9ba4d27034","slug":"market-strategy-novembro","authorId":"2d6dd85e-1c81-430a-9a4b-c30a896c6ba9","title":"Market  Strategy - Novembro","readingTime":"","spotlight":true,"shares":0,"introduction":"Confira tudo! ","categoryId":"a9ba1b8c-6e02-4342-901c-dba09850492a","categoryName":"Carteiras Recomendadas","categorySlug":"carteiras-recomendadas","gridImage":{"url":"https://d9hzq3shxgvwu.cloudfront.net/news/home-images/48ada64c734247efa99648df01e6d67a_captura-de-tela-2024-09-02-142420.png"},"homeImage":{"url":"https://d9hzq3shxgvwu.cloudfront.net/news/home-images/48ada64c734247efa99648df01e6d67a_captura-de-tela-2024-09-02-142420.png"},"publishedAt":"2026-11-03T17:40:21.616Z","isVideo":false,"subcategoryId":"d0e04023-d9a7-4146-bafc-757f3f49b7fa","subCategorySlug":"market-strategy","isPremium":false},"nextNews":{"id":"44835a26-e8f8-4a9c-ae57-0b63cb195902","slug":"carteira-de-dividendos-novembro","authorId":"3b2a5c2e-8fcb-45eb-beeb-f6fc8afe9dbd","title":"Carteira de Dividendos - Novembro","readingTime":"","spotlight":true,"shares":0,"introduction":"Seja sócio das empresas indicadas pelos nossos analistas e receba dividendos periodicamente ","categoryId":"a9ba1b8c-6e02-4342-901c-dba09850492a","categoryName":"Carteiras Recomendadas","categorySlug":"carteiras-recomendadas","gridImage":{"url":"https://d9hzq3shxgvwu.cloudfront.net/news/home-images/c3752021b04a43e0bc7a6713debe60f7_img_7026.jpeg","alt":"Dividendos Turbinados"},"homeImage":{"url":"https://d9hzq3shxgvwu.cloudfront.net/news/home-images/c3752021b04a43e0bc7a6713debe60f7_img_7026.jpeg","alt":"Dividendos Turbinados"},"publishedAt":"2026-11-03T13:47:11.462Z","isVideo":true,"subcategoryId":"59ef22d5-4738-4e64-8eec-eb65e8d6b10f","subCategorySlug":"acoes","isPremium":false}}}},"staticQueryHashes":[]}